Carta ao bom velhinho…

22 12 2008

Querido Papai Noel,

Neste Natal não tenho muitos pedidos a fazer. Não vou lhe enviar uma daquelas cartinhas com listas de presentes e tudo mais.

Eu optei por lhe proporcionar praticidade, já que sei como o Senhor deve ser ocupado não só nesta época do ano, mas durante todos os 365 dias.

Afinal, as cartas são tantas que não sei nem quantos estagiários o Senhor necessita para ajudar a lê-las.

E o prazo extremamente curto que o Senhor tem para providenciar todos os presente e armar estrategicamente a logística de entrega! Afina, até a manhã do dia 25, tudo precisa estar entregue.

Depois, quando o senhor tiver um tempinho, me indique, por favor, a empresa de motoboys que contrata para este trabalho. Estou precisando deste serviço com eficiência.

Eu fui sim uma boa menina durante este ano de 2008. Diria até que fui boa demais, ou seja, fui tonta. Mas abafa o caso Papai Noel, 2009 será diferente.

Então, voltando ao assunto principal da carta, lhe digo qual o meu pedido para a noite de Natal. Peço apenas que deposite uma quantia em dinheiro em minha conta corrente. Assim, o Senhor pode pedir para o seu boy fazer o trabalho. Já te alivio de um lado. No atual momento de crise financeira, qualquer quantia será válida.

Mas, peço que tenha consciência e colabore comigo da mesma forma como estou colaborando contigo.

Afinal, eu poderia pedir diversos presentes difíceis de encontrar. Mas basta uma transferência bancária (pode ser inclusive via Internet) e o senhor estará livre de mim.

Por favor, anote:
Banco Itaú
Ag. 0648
C/C 40754-3

Espero que dê tudo certo e que o Senhor possa, em breve, tirar umas férias. Ah, caso prefira, posso te passar os dados via sms.

Obrigada e Bom Natal!
Beijos





Da série “Coisas simples e boas da vida”

16 12 2008

Chegar cansada em casa, tomar um banho quente com sabonete bom e cheiroso e deitar na cama com os lençóis recém trocados e pijama com cheirinho de amaciante…





Ê 2008!

10 12 2008

Eta aninho conturbado esse de 2008. Eu diria que amadureci, em um ano, uma década.

 

Vivi intensamente. Como nunca tinha vivido antes. Eu saí, quebrei paradigmas e enfrentei meus medos. Aprendi a me virar sozinha, a sair sozinha, a fazer amigos e colecionar sorrisos. E distribui sorrisos.

 

Aprendi a enfrentar a minha insegurança e seguir em frente naquilo que julgava certo no momento. A ser tolerante, a respeitar a dor alheia. E a pedir que respeitassem a minha dor.

 

Aprendi também a ignorar os sentimentos ruins, e dar sempre prioridade para os bons. Aprendi a desculpar e a pedir desculpas. Aprendi a falar de sentimentos e a expressa-los.

 

Hoje eu sei como conquistar e me permito ser conquistada.

 

Aprendi que chorar é comum. E que a gente pode chorar por mais de um dia, mas que em algum momento as lágrimas vão secar para que a gente possa analisar e retirar lições daquilo. E que a vida continua, que nada para, nem ninguém, para nos esperar enquanto sofremos.

 

Só tenho a agradecer a todos que passaram (e todos que ficaram) em minha vida neste ano.

 

Aos amigos de sempre, de décadas. A Kelly por estar perto de mim e entender as minhas mudanças. E por ter mudado tanto e continuar meiga e presente. A Aline pela paciência que teve comigo e pelas risadas sempre garantidas. A Thais por me mostrar que o amor pode sim durar pra sempre. A Thati por todas as trapalhadas e por, mesmo perdida, se esforçar para alcançar seu objetivo. A Patrícia por me mostrar que o mundo muda e que a gente muda na mesma velocidade. Por me apresentar o “viver o hoje sem se preocupar com o amanhã”, a Dani por me mostrar o que é ter bom humor mesmo quando o stress está no ápice. Ao Maquir por mesmo longe estar tão presente. A Andreia que me faz dar gargalhadas a cada encontro, e me faz ver que ser feliz é o que realmente importa.

 

Aos amigos “reencontrados”. A Rejane por nunca perder o cantinho conquistado aqui no meu coração mesmo depois de tanta coisa. A Thais pela companhia. A Dehli por ressurgir de pára-quedas na minha vida e por ficar pra sempre e saber de tudo tão rápido. E também pelas divergências de opinião que só nos fazem amadurecer.

 

Aos novos amigos. Ao Alex por ser tão fofo sempre e por estar do meu lado independente de qualquer coisa. E por me mostrar que relacionamentos vêm e vão, mas que se há amizade verdadeira, o sentimento permanece inabalável. Por se preocupar, por brigar e por ser tão querido. Ao Denis por me fazer acreditar que homens falam sim muito ao telefone. E por me ajudar a conquistar a minha primeira multa – falar ao celular enquanto dirijo. E por ser tão maduro e inteligente em sua pouca idade. A Naná que me faz acreditar na pureza das pessoas. A Dudu por me mostrar que estrelas são sim simples, e por conseguir demonstrar carinho sincero em um abraço. A Bele por esbanjar alegria e ter um sorriso contagiante e ao Negão por bater cabeça comigo. A Bianca por ser tão linda (me dá até raiva kkkk) e sincera, e por demonstrar um caráter imenso.

 

A minha mãe por tolerar minhas crises de mau-humor e por estar comigo nas duas vezes em que estive hospitalizada, ao meu pai por ser tão batalhador e nunca perder as esperanças, a minha irmã por ser companheira de toda a vida, por ajudar e pedir ajuda quando necessário. Ao meu cunhado pelo help e disponibilidade. Ao meu avô que me mostrou o que é lutar e que é possível sim aceitar a derrota. A minha avó por me fazer acreditar que somos muito fortes e que só recebemos de Deus aquilo que podemos suportar. Aos meus padrinhos pela confiança que sempre demonstram em mim. A minha prima Dani pelo sorriso sincero, e pelas lágrimas sinceras também. A Bruna pela coragem e firmeza. Ao Rapha pelo esforço e serenidade. Ao Nelson pela paz de espírito que transmite.

 

As pessoas que passaram pela minha vida como um raio, mas que deixaram coisas sempre boas. Como por exemplo não julgar pelo primeiro encontro, a ter a mente aberta para que as pessoas possam se mostrar como verdadeiramente são, e por permitir que a primeira impressão não fique. A aceitar que existem pessoas boas e que existem sim pessoas ruins. E a saber identificá-las para me afastar.

 

Aos que não “me gostam” por me mostrarem que eu devo me importar com aqueles que se importam comigo. Por me fazerem ignorar determinadas situações e não ligar para o que os outros estão pensando. Por me fazerem feliz em sua inveja.

 

Ao espiritual que me ensinou tanto. Me ensinou a falar menos e ouvir mais. Me mostrou que o sentimental deve estar em um dos primeiros lugares no ranking das preocupações, pois ele afeta o profissional, o corporal e todo o resto.

 

A VIPCOMM que me mostrou o que é sentir saudade de um  trabalho, mas que me fez crescer intensamente como profissional. A Markethings que me permite ousar, criar, experimentar. E que me trouxe, em oito meses, uma grande experiência.

 

A Cris, a Mila, a Fabi, a Laura e a Ângela que choraram quando eu me despedi, e que conseguem me deixar com uma saudade imensa da convivência do dia-a-dia e até dos almoços na padaria da Apinajés. Ao Ricardo que me faz sentir falta dos ataques de perfeição e cobrança e até das vezes em que fiquei com a voz embargada.

 

A Andrea e Fernanda por me fazerem planejar, pelas risadas que amenizam as intolerâncias do dia. Pelos almoços na Pizza Hut que nos deixam estufadas e mais pobres. Pelas músicas sempre boas nas caixinhas de som. E pela colaboração.

 

A Marina pela compreensão nos momentos em que eu precisei me ausentar. Pela confiança e aposta no meu potencial. Pela ajuda de sempre e pela oportunidade.

 

A todos que não pude citar aqui, mas que com certeza fizeram da minha vida mais completa neste ano. E que, em 2009, tudo possa voltar a acontecer. Com mais segurança, mais felicidade e paixão. E muito mais novidades.

 

obrigada

 





Aprendizado… sempre!

9 12 2008

A vida é engraçada. E nos prova, a cada dia, que tudo o que fazemos tem um propósito, um sentido. E que, em qualquer ação, relacionamento, envolvimento e trabalho, sempre podemos aprender alguma coisa.

É engraçado como, com a convivência, vamos conhecendo os outros. As vezes dá a impressão de conhecemos o outro mais do que ele mesmo se conhece. E dá vontade de rir.

Dá vontade de rir quando você pergunta “o que foi?”, quando sabe o que aconteceu mas quer que a pessoa diga. E ela não vai dizer. Mas você já sabe o que está acontecendo.

E é bom poder falar “eu te conheço e sei que você está fazendo isso por causa disso, disso e disso”. E deixar o tempo passar e comprovar a situação.

Quando passamos a conhecer o outro, mesmo que em partes, aprendemos a agir com essa pessoa. Tomamos atitudes pois sabemos quais serão as consequências.

E é bom de verdade saber como agir. Não sentir aquela sensação de “o que eu faço agora? Será que eu falo? Discuto? Implico? Reclamo? Ou será que devo apenas virar pro lado e dormir?”. Quando a gente sabe o que fazer, o coração fica tranquilo. A sensação é de sossego.

E é muito bom quando a consequência é mesmo aquela que você esperava. Dá vontade de sorrir e dizer “viu como você não sabe o que diz?”

Mas aí guardamos as palavras para deixar só o sorriso nos lábios, afinal, eles dizem mais do que o necessário…





Mallu Magalhães 2

3 12 2008

Nãooooooooooooooooooooo. Quer dizer, simmmmmmmmmmmmmmmmm.
Eu encontrei o blog da Mallu Magalhães. Já está salvo nos favoritos.

Vamos ao primeiro post da guria.

(Adendo – fica tocando uma musica infernal. Imagino que seja dela, a tal música. Então parei de postar pra procurar o botão que a faria calar a boca. Encontrei. Quando a música parou com o tal papapapapá irritante, fica uma vozinha de criança falando “Hello” “Hello” “Hello” ou dando risadinhas como “iiiiiihiiiiiihiihi”)

De volta ao post inicial…

é aqui qu’eu vou escrever umas tais de linhas

16 de outubro de 2008

“é aqui qu’eu vou escrever umas tais de linhas. bom lugar de se caçar fragmentos, umas cenas e uns tiros de foto. quando vierem os mais devidos parágrafos, em tempos e tempos, acompanhados das novidades e dos comentários, cá escreverei devidamente sem pretensão de segmento ou proposta além dessa qu’eu só tenho como: faz.”

Hein!?!?





Mallu Magalhães 1

3 12 2008

Vi, na capa do Uol, a manchete “Mallu Magalhães e outros famosos dão dicas de CDs”. Fui, obviamente, seca pra ver quanta bobagem ela falaria.

Eis que só tem a lista dela. Nada de frases como “um cd é como parte de nossa alma, nós podemos vender, podemos guardar, podemos ouvir quando nos der na telha”.

Por que, para quem não sabe, a garotinha ama uma frase bem filosofada. Dessas que falam bonito e não dizem nada.

Eu acho que faltou Engenheiros do Hawaii na seleção da menina prodígio. Aquela música “Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada, yeah Yeah” é do grupo, tô certa?





Super entendida…

2 12 2008

[c=46]__Naná__…Eu todaaaaaaaaaaa![/c] diz:
ah eu tb to, to atualizando o site, com indices econonimos, que nao entendo nada
ai tem uma tabela…com valores
::*:: Marcela ::*:: diz:
ish
[c=46]__Naná__…Eu todaaaaaaaaaaa![/c] diz:
e tinha traçinhos, e eu deletei tds, mas eram valores negativos…
aaaaaaaaaaaaaaahahahhaha
::*:: Marcela ::*:: diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk