Dia do Dicionário

27 11 2008

Acabo de decidir que hoje, 27 de novembro, é o dia do dicionário. Então, vamos lá. Alguns significados importantes…

CINISMO
Acepções
■ substantivo masculino
1 – atitude ou caráter de pessoa que revela descaso pelas convenções sociais e pela moral vigente; impudência, desfaçatez, descaramento

MANIPULAÇÃO
Acepções
■ substantivo feminino
ação ou efeito de manipular
1 – manobra oculta ou suspeita que visa à falsificação da realidade
2 – manobra pela qual se influencia um indivíduo, uma coletividade, contra a vontade destes (de modo geral, recorrendo a meios de pressão, tais como a mídia)

MENTIRA
Acepções
■ substantivo feminino
1 – ato ou efeito de mentir; engano, falsidade, fraude
2 – hábito de mentir
3 – afirmação contrária à verdade a fim de induzir a erro
4 – qualquer coisa feita na intenção de enganar ou de transmitir falsa impressão
5 – pensamento, opinião ou juízo falso
6 – aquilo que é enganador, que ilude, que se aproxima da verdade ou é real apenas na aparência; ilusão, fábula, ficção

IRONIA
Acepções
■ substantivo feminino
1 – uso de palavra, expressão ou acepção de caráter sarcástico; zombaria
2 – contraste ou incongruência entre o resultado real de uma seqüência de acontecimentos e o que seria o resultado normal ou esperado
3 – acontecimento ou resultado marcado por esse contraste ou incongruência

FALSIDADE
Acepções
■ substantivo feminino
1 – qualidade do que é falso; característica do que é contrário à verdade ou que dela se aproxima apenas na aparência
2 – o que é falso ou enganoso; mentira, calúnia
3 – maldade oculta; fingimento, hipocrisia
4 – tendência para enganar; perfídia, deslealdade

INVEJA
Acepções
■ substantivo feminino
1 – sentimento em que se misturam o ódio e o desgosto, e que é provocado pela felicidade, prosperidade de outrem
2 – desejo irrefreável de possuir ou gozar, em caráter exclusivo, o que é possuído ou gozado por outrem

CIÚME
Acepções
■ substantivo masculino
1 – estado emocional complexo que envolve um sentimento penoso provocado em relação a uma pessoa de que se pretende o amor exclusivo; receio de que o ente amado dedique seu afeto a outrem; zelo (mais us. no pl.)
2 – medo de perder alguma coisa

SOLIDÃO
Acepções
■ substantivo feminino
1 – estado de quem se acha ou se sente desacompanhado ou só; isolamento

ÓCIO
Acepções
■ substantivo masculino
1 – falta de ocupação; inação, ociosidade

XERETAR
Acepções
■ verbo
1 – investigar, participar, intervir de maneira indiscreta ou inconveniente; bisbilhotar, intrometer-se

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Eta comidinha cansativa

24 11 2008

O Outback é sim uma delícia. Comida apimentada na medida, quentinha, gostosa… Mas há outros probleminhas. Pelo menos em uma sexta-feira a noite.

Cheguei verde de fome no Outback por volta de 20h45. Eu e mais quatro amigos. Fila de espera. Fila de DUAS HORAS DE ESPERA.

A espera era tanta que a gente tinha que se submeter a duas senhas. A primeira, em um papelzinho, bem improvisado mesmo, acredito que era para ver quem realmente ia esperar. Depois de uma hora poderíamos trocar nossa senha por aquele aparelhinho que vibra e pisca quando chega a nossa vez.

Firmes e fortes, esperamos. Sentamos no balcão e lá ficamos com muito refrigerante (refil, o que te permite beber quantos litros você quiser por uns R$6 – muito bom), chopp (muito bom também, a caneca vem trincando de gelada, branca… tão bom, tão caro) e cebola empanada (nem num gosto, mas na fome que eu tava, enxarcava no molho pra não sentir o gosto da cebola e mandava pra dentro).

Uma hora se passou e fomos lá trocar a senha. E, mais 45 minutos depois, conseguimos uma mesa. Na entrada, mas tudo bem. Era uma mesa!

Só no bar foram mais de 70 reais em chopp. SETENTA REAIS.

Fizemos o pedido, que demorou mais do que o novo Cd do Guns’n Roses. Nunca vi.

E quando chegou, chegou errado. Pra todo mundo ficar bem feliz. A troca, enfim, foi rápida. Cerca de 10 minutos e todos já estavam se satisfazendo.

A conta, no final, quase 300 reais. Cinco pessoas. Quase metade disso era de chopp. O resto comida.

A dica é a seguinte. Vá pra lá pra comer. PONTO. E não para encher a cara. Coma logo e depois vá para um boteco que, com esse valor, você consegue um coma alcóólico, se quiser.

Ah, e não custa lembrar, se beber, não dirija. Olha a Lei Seca!!!!





Nó…

24 11 2008

Quanto mais atitudes estúpidas de algumas pessoas eu vejo por aí, mais eu gosto da minha cachorra…





É pra acalmar ou é pra assustar?

21 11 2008

Eu nunca fui capaz de compreender as músicas infantis da nossa época. Todas, sem exceção, são aterrorizantes. Eu acho que a técnica era assustar a criança para que ela calasse a boca, de medo, e nunca mais fizesse nada de errado na vida inteira.

Vamos a alguns exemplos:

“Atirei o pau no ga-to-to, mas o ga-to-to, não moreu-eu-eu, Dona Chica-ca admirou-se-se, do berro, do berro que o gato deu… Miauuuuu”

Gente, pelo amor de Santo Cristo. Por que raios ensinar as crianças a bater nos animais pobres e indefesos. E por que mostrar a elas, ainda tão cedo, que há gente cruel nesse mundo, assim como a Dona Chica??? Desnecessário!

“O Cravo brigou com a Rosa, debaixo de uma sacada, o Cravo saiu ferido, e a Rosa despedaçada”

Nessa época a violência contra as mulheres já existia, todos nós sabemos. Ainda não havia a Delegacia da Mulher, que demorou, aliás, pra surgir. Mas continuo achando idiotice falar sobre essas violências para os pequenos. Por esse motivo “Um caso de violência contra mulher é registrado a cada 15 segundos“.

“Boi boi boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta…”

Primeiro é um preconceito racial. Tá querendo dizer o que? Que só por que o boi tem a cara preta ele vai pegar a menina medrosa? E outra, está incentivando a covardia nas pequenas crianças! Temos hoje um bando de adultos covardes com medo de caras pretas por ai…

“Motorista, motorista, olha o poste, olha o poste, não é de borracha, não é de borracha…”

Provavelmente o motorista deveria estar alcoolizado, dirigindo loucamente por aí um daqueles velhos ônibus de excursões estudantis, rumo ao poste. E um monte de criancinha atrás gritando assustada! Mas hoje temos a Lei Seca!

“Nana neném, que a Cuca vem pegar, papai foi pra roça, mamãe foi trabalhar…”

O moleque tá sozinho em casa, SOZINHO. Irresponsabilidade total. E ainda o ameaçam dizendo que a Cuca vai pega-lo!!! Eu denunciaria este abuso.

“Marcha soldado, cabeça de papel, quem não marchar direito, vai preso no quartel…”

Ditadura! Das mais brabas! Ameaça, tortura. Tudo isso está sendo afirmado nessa música aparentemente inofensiva. Pra não dizer uma cena nazista disfarçada…

“Fui no Itororó, beber água não achei…”

Essa já é uma música futurística. Já coloca a criança em situação de alerta. A água do mundo está acabando. Não importa aonde você vá, vai chegar um dia em que todos nós morreremos de sede! Nem no Itororó, longe pra dedéu, terá água!

“Pombinha branca, o que está fazendo, lavando roupa, pro casamento. Vou me lavar, vou me trocar, vou na janela, pra namorar. Passou um homem, de terno branco, chapéu de lado, meu namorado. Mandei entrar, mandei sentar. Cuspiu no chão? Limpa aí seu porcalhão, tenha mais educação”

A música é machista, pois a mulher tá lá, lavando roupa pro casamento. Nem casou já é explorada pelo futuro marido. Queeeee, aliás, é um homem mau caráter, porco e sem noção. Como a maioria dos homens de hoje em dia, não presta!

“Um, dois, três indiozinhos, quatro, cinco, seis indiozinhos, sete, oito, nove indiozinhos, dez no pequeno boooote. Iam navegando pelo rio abaixo, quando o jacaré se aproximou, e o pequeno bote dos indiozinhos, quase, quase virou…”

Praticamente um roteiro de filme de terror. Os indiozinhos, tadinhos, sempre eles, fracos e oprimidos, só de tanga, todos apertados em um bote tentando atravessar o riacho. Quando dão de cara com jacarés selvagens, que agitam o bote todo, apavorando as criaturinhas…

“Como pode o peixe vivo, viver fora da água fria. Como poderei viver, como poderei viver, sem a sua companhia…”

Primeiro já estão torturando o peixe, deixando o bichinho fora dágua…





Luz…

21 11 2008

Na terça-feira, dia 18 de novembro, o céu ganhou mais uma estrelinha.
Vô, brilha por nós aqui embaixo.





Ecat

17 11 2008

Dehli – Vaaaaaaaaaaaai Curiiiiiiiiiiiithia! diz:

vontade de chedar mcmelt

::*:: Marcela ::*:: – deixaqueeuconto.wordpress.com diz:

eca

Dehli – Vaaaaaaaaaaaai Curiiiiiiiiiiiithia! diz:

Eca? como assim? rs

::*:: Marcela ::*:: – deixaqueeuconto.wordpress.com diz:

me enjoa

::*:: Marcela ::*:: – deixaqueeuconto.wordpress.com diz:

Marina Lima diz em entrevista que transou com Gal Costa aos 17 anos

Dehli – Vaaaaaaaaaaaai Curiiiiiiiiiiiithia! diz:

isso sim me enjoa

::*:: Marcela ::*:: – deixaqueeuconto.wordpress.com diz:

pq vc nao viu a foto

http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL858978-9798,00-MARINA+LIMA+DIZ+EM+ENTREVISTA+QUE+TRANSOU+COM+GAL+COSTA+AOS+ANOS.html

olha

Dehli – Vaaaaaaaaaaaai Curiiiiiiiiiiiithia! diz:

kkkkkkkkkkkkk





Crítica gastronômica

14 11 2008

Não sou especialista em gastronomia. Não sou crítica em gastronomia. Não sei cozinhar absolutamente nada, odeio a cozinha e não sei nem aonde ficam as coisas. Aliás, eu como só tranqueira para vir aqui e fazer uma crítica gastronômica.

Mas, como o blog é meu, quem atualiza sou eu, quem escreve sou eu e quem decide o que publicar sou eu, vou fazer e que se dane.

Ontem fui jantar na La Sorella, tradicional pizzaria da zona sul de São Paulo.

Deixei o carro no estacionamento (7 reais) e, vendo assim, de fora, o ambiente é bem legal (vendo de dentro também). Mas vendo de perto, com os sentidos bem apurados, não achei tão bacana assim não.

Primeiro sentamos lá fora, com um ventinho desagradável. Mas pior não era isso, era o kit de jogo americano que estava na mesa. Fedia a pano de pia. Sabe quando você deixa um pano na pia e ele fica lá, molhado, por alguns dias?

Pois é. Imagino que molhou com a chuva, sei lá. E lá secou.
Fedidinho. Ahhhh e a toalha que estava por baixo estava bem sujismundinha também, toda manchada.

Mudamos para o ambiente interno, pra fugir dos “panos de pia” e também do ventinho desagradável.

A pizza frita é uma delícia. Uma dá tranquilamente para duas pessoas comerem (pois eu comi 1/3, então uma pessoa normal come metade).

Mas eu passei a noite lutando contra pernilongos e saí de lá com uma picada na bochecha esquerda, duas nas costas, no braço… até na perna!! E eu estava de calça!

Mas, ainda assim, acho que todo mundo deve ir um dia. Pegue um repelente, passe, vá lá, sente lá dentro, coma e vá embora. E limpe bem os ouvidos, pois os garçons de lá tem o dom de falar mais rápido do que narrador de futebol. Só com muita atenção e boa audição!

E bom apetite!